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Aparições
a festa do santo rosario









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Postado em: 02/07/12 às 08:11:09 por: James
Categoria: Aparições
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No livro de Pie Régamey, “Les plus beux textes sur la Vierge”, (Éditions La Colombe, Paris, 1946, pp.387 ss.) vem um depoimento feito por Mélanie Calvat, que é a menina que teve a visão de Nossa Senhora de La Salette, em 19 de setembro de 1846.






“A Santíssima Virgem era alta e bem proporcionada. Parecia tão leve que um sopro poderia atingi-la. Entretanto, Ela permanecia imóvel e inalterável.

Sua fisionomia era majestosa, imponente, mas não imponente como são as grandes da terra. Ela impunha um temor respeitoso, ao mesmo tempo que sua majestade impunha respeito entremeado de amor.

Ela atraía. Ao seu redor, como em sua pessoa, tudo inspirava majestade, esplendor, magnificência de uma rainha incomparável. Ela parecia bela, clara, imaculada, cristalina, celeste. Parecia-me também como uma boa mãe cheia de bondade, amabilidade, amor para conosco, compaixão e misericórdia.

A Santa Virgem chorava durante quase todo o tempo que me falou. Suas lágrimas corriam lentamente, uma a uma, até seus joelhos; depois, como fagulhas de luz, elas desapareciam. Eram brilhantes e cheias de amor.

Eu quisera consolá-la para que Ela não chorasse. Mas parecia-me que precisava mostrar suas lágrimas para melhor mostrar seu amor esquecido pelos homens. As lágrimas de nossa terna Mãe, longe de enfraquecer seu ar de majestade de rainha e senhora, pareciam, ao contrário, embelezá-la, torná-la mais amável, mais radiante.

Os olhos da Santíssima Virgem, nossa terna Mãe, não podem ser descritos por uma língua humana. Para deles falar, seria preciso um serafim, seria preciso a própria linguagem de Deus, que formou a Virgem Imaculada, obra prima de seu poder.

Os olhos da augusta Maria pareciam mil e mil vezes mais belos que os brilhantes, os diamantes e as pedras preciosas. Eram como a porta de Deus de onde se podia ver tudo aquilo que pode encantar a alma.

Somente essa visão dos olhos da mais pura das Virgens seria suficiente para ser o Céu de um bem-aventurado. Seria suficiente para fazer uma alma entrar na plenitude da vontade do Altíssimo entre todos os acontecimentos que sucedem no curso da vida. Quem visse os olhos de Nossa Senhora, faria a vontade de Deus para sempre. Seria suficiente para impelir uma alma a contínuos atos de louvor, agradecimento, reparação e expiação.

Somente esta visão concentra a alma em Deus e a torna como morta-viva, que olha as coisas da terra, mesmo as coisas aparentemente mais sérias, como brinquedos de criança. Ela só queria ouvir falar de Deus, daquilo que se refere à sua glória.

O pecado é único mal que Ela vê sobre a terra e por causa dele Ela morreria de dor se Deus não a sustentasse”.
É uma verdadeira beleza o que diz cada um desses pontos a respeito da aparência de Nossa Senhora. Há várias ideias neles simbolizadas.

A ideia primeira é a de um ente completamente celestial, que está inundado de valores sobrenaturais e de graças, como compete Àquela que um anjo chamou de “graça plena”. A primeira ideia é, então, da sobrenaturalidade.

A segunda é de uma majestade régia, que se exprime nEla toda e que se irradia em torno dEla.

A terceira é uma bondade incomensurável, uma pena, uma misericórdia, uma condescendência, um expandir afavelmente todos os seus dons sobre os outros, para fazer os outros participarem desses dons. É uma coisa que parece contraditório com a majestade, mas que, pelo contrário, é o corolário indispensável da majestade: é essa efusão incomparável  da  bondade, que está em Nossa Senhora.

Todos os traços dados na descrição são feitos para simbolizar isto.

Continua…



Fonte: Excertos de reunião, feita em 19-9-1966, pelo Prof. Plínio Corrêa de Oliveira.



       





Postado por: James - www.espacomaria.com.br em: 02/07/12 às 08:11:09 h.


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